Paradigmas

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Coluna do Leitor

Falecimento de Braz Cubas: 1592?

Com relação à data do falecimento de Braz Cubas, as opiniões divergem, alguns historiadores argumentam que a forma ou característico algarismo que figura no epitáfio  da respectiva sepultura, na igreja matriz desta cidade, entendem que a morte verificou-se em 1592: deste parecer, entre outros, é o Dr Luiz Gonzaga da Silva Leme, em genealogia Paulistana, entretanto ele próprio tratando-se de João de Abreu, nobre cidadão da Vila de Santos, que foi da governança de Braz Cubas, casado com D. Isabel de Proença Varella, Bisneta do fundador, escreve que, este como Provedor da Fazenda Real da Capitania, dera posse e juramento, a 8 de março de 1597,então Braz Cubas estaria vivo,” o mesmo João de Abreu, sendo escrivão da Fazenda Athanásio da Motta, da serventia do oficio do almoxarife das capitanias de Santo Amaro e São Vicente.

A este respeito há o seguinte : que traz sérias dúvidas sobre a data certa da morte do fundador da Vila de Santos, pois o algarismo que parece para alguns um (7), não será antes um (2), ou um (9) portanto, poderia ter falecido no ano de 1592,1597,ou no ano de 1599? . O fundamento desta dúvida aparece no trecho referente ao Dr Francisco de Souza e publicado pelo Brasil Histórico, 1867—1868, de um manuscrito antigo, remontado ao ano de 1663: “23 de maio de (1599), saiu de São Paulo a examinar as minas do sertão de Sorocaba e serra de Biraçoyaba, mandando primeiro presidir a Vila de Santos e providenciar a que não fosse invadida dos piratas que andavam na costa litorânea, pelo Capitão Diogo Lopes de Castro, com os oficiais e soldados de sua companhia, ordenando ao Provedor da Fazenda, Braz Cubas, mandasse alimentos enquanto ele passava a ver as minas de Biraçoyaba”.

Temos ainda mais dúvidas sobre o falecimento de Braz Cubas: “estando em Biraçoyaba, passou ordem, datada de 2 de agosto do mesmo ano de 1599,ao mesmo Provedor  Braz Cubas, para fazer cobrar 200$000 do fiador dos flamengos João Guimarães e Nicolau

 

 

 

 

Guimarães, para as despesas que estavam com a gente do trabalho, com que se achava nas minas e os soldados de infantaria que o acompanhavam.

Em face dessas datas, não será  temeridade afirmar que o falecimento de Braz Cubas fora no ano de 1599, presume-se que o algarismo final de epitáfio tivesse sido alterado.  “Pois não nos esquecemos que o padre Dr Urbano Monte em 1892, fez reformas na matriz e mandou  corrigir os dizeres originais da lápide, que se encontrava no presbitério do altar mor. Não podemos afirmar que fora mudado os dizeres da pedra, mas há suspeita desta correção, pois não sabemos o que foi alterado”. A forma de um Z, o que não pode invalidar, em nosso conceito (Al. Moraes ), as indicações e referências a fatos históricos ocorridos nesse ano e diretamente relacionados com Braz Cubas.

Frei Gaspar, descreve no livro Memórias para a História da Capitania de S. Vicente hoje chamada de S. Paulo.

 

“Cubas foi sepultado na capela-Mor da igreja da misericórdia, hoje matriz da Vila de Santos, e no pavimento sobre a sepultura, colocaram uma campa, que agora existe no Presbitério”.

Descrevemos apenas o final dos dizeres de Frei Gaspar:

                        Falleceo no anno de 1592”.

Embora existam dúvidas, o ano mais provável seria 1592, pois Frei Gaspar, viu a lápide original, pois nascera no dia 9 de fevereiro de 1715, e morou em uma das casas dos quatros cantos e sua obra fora editada pela primeira vez no ano 1797, e morreu no Mosteiro de São Bento no dia 28 de janeiro de 1800, portanto não resta dúvidas que Frei Gaspar conheceu a lápide.

 

 

 

Waldir Rueda

Aluno do 2° ano de História – Unisantos

 

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(a) Fichte; (b) Karl Marx; (c) Kierkegaard; (d) Nietzche; (e) Feuerbach.

 

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(a) positivismo; (b) romantismo; (c) pragmatismo; (d) espiritualismo; (e) estruturalismo.

 

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(a) estoicismo;   (b) epicurismo;      (c) ceticismo;      (d) ecletismo;    (e) neoplatonismo.

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