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Fábulas & Paradigmas

 

Cuidado com o leão surdo

Certa vez um caçador ganhou uma flauta mágica que fazia animais dançarem e serem facilmente abatidos. Contente com seu presente, o caçador embrenhou-se com amigos na floresta e foi facilmente abatendo os mais ferozes animais que ouviam aquela doce flauta. Contudo, um leão se aproximou e não dançou. Devorou um dos caçadores e depois outro e outro e até o flautista, que insistia em tocar a tal flauta desesperadamente.

Do alto de uma árvore, então dois macacos se entreolharam e concluíram:

- Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem algum surdo.

Moral: a ciência, a magia ou qualquer outro artifício humano jamais superarão a sapiência da Natureza.

Autor desconhecido

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 Expediente

Paradigmas
Ano IX - Nº 36
Filosofia, Realidade & Arte
ISSN 1980-4342

Janeiro/Fevereiro 2010

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Entrevista

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A Interpretação de Hannah Arendt da proairesis aristotélica

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Mestrando em Filosofia - PUCSP

Introdução

O presente artigo trata de uma releitura do texto exposto na primeira parte do Capítulo 2 – A descoberta do homem interior – do Volume 2 – O Querer (A vontade) – da obra A Vida do Espírito de Hannah Arendt. Depois do Pensar, é o Querer que é solicitado, para confiar o segredo antropológico da aberração que, certo destino histórico da modernidade, demonstrou através de uma nova crítica do juízo. Desta vez, Arendt vai em busca de uma genealogia das teorias da vontade - da proairesis antiga até Nietzsche e Heidegger, passando pelo pensamento medieval.

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