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Coluna do Leitor

Ordem e... americanização?

Estamos sendo americanizados, isso é um fato. Mas, será que você sabe disso?

Outro dia, andando de ônibus de volta pra casa, o que também é um centro de cultura popular, olhei para  uma porta de oficina de motos, fechada devido ao horário, e, pela primeira vez, enxerguei o que todos olham e não vêem.

Deparei-me com uma velha suposição que pela primeira vez tomou uma esplendorosa forma: Estamos sendo, vagarosamente, americanizados.

Para isso basta nos voltarmos no tempo e pararmos em nossa infância, na qual  mal aprendemos a falar papai e mamãe, e já ouvimos, e muitos repetem, expressões americanas constantes em brinquedos e doces.

Nosso calendário vem, aos poucos mas constantemente, sofrendo alterações, chegando a ponto de ter mais valor ao Haloween do que o dia do índio.

Temos também casos de “tentativas” de ensino às crianças americanas de que a Amazônia é área de preservação mundial e portanto não faz parte a um país, no qual o Brasil detém um grande percentual em seu território, mas sim a todo o mundo.

Somos “forçados” a aprender a língua inglesa devido a ser a língua dos negócios, a língua da moda, a  língua elegante, contudo essa informação é refutável devido ao fato de a língua mais falada no mundo ser o chinês, devido a sua grande população, e está se tornando com grande velocidade a língua dos negócios.

Ao fato das línguas elegantes e da moda  pode-se dar o exemplo do espanhol e francês que ainda mantém o glamour que ocuparam ainda ocupam em muitas canções.

Temos ouvido e lido em vários jornais o fato do Brasil estar enriquecendo urânio para fins militares; de fato, o Brasil enriquece urânio sim, mas para fins de energia, para não ter de depender futuramente de outros países e ser obrigado a comprar a tecnologia necessária para tal enriquecimento.

O que acontece é que nós, Brasileiros, temos uma técnica única para enriquecimento de urânio em escala industrial, além disso temos uma reserva de urânio bruto que nos põe na sexta colocação, mundialmente falando, sendo assim alguns países tem um grande interesse em saber “como se faz”.

Sendo aberto todo o projeto, o que obviamente o Brasil não quer, os inspetores da ONU – Organização das Nações Unidas, na qual o EUA tem cadeira efetiva em quase todos – senão em todos - os conselhos e não respeitou ao fazer a guerra no Iraque – terão acesso a todo o programa, o que prejudicaria o Brasil.

O fato de a Amazônia ser dada como uma área internacional é fruto de uma prospecção de que em 2015 irá faltar água no planeta, e agora eu lanço uma pergunta: Qual o país que tem a maior concentração de águas fluviais do mundo? O Brasil.

Além do problema da água, é sabido que, no subsolo da Amazônia temos grande concentração de minério e petróleo e, por cima da mesma, temos a vegetação, na qual é reconhecida mundialmente como “o pulmão do mundo”, que contém várias plantas, algumas até desconhecidas e não catalogadas e segundo estatísticas, tem a cura para oitenta por cento dos males.

Estamos sendo roubados por países que, em forma de voluntários e/ ou pesquisadores, se hospedam no país, recebem por isso, descobrem alguma fórmula ou alguma nova planta e, ao descobrirem, patenteiam no seu país de origem fazendo com que nós tenhamos que pagar royalities em um produto que na realidade foi roubado. E algumas revistas de renome  ainda aplaudem isso...

Poderia ficar aqui citando exemplos e mais exemplos, mas  o principal é que estamos sendo roubados num dos nossos principais bens, a nossa CULTURA, o nosso jeito de falar e pensar, nos tornando assim uma espécie de fantoche aceitando como esmola a compra de alguns produtos enquanto eles se infiltram lentamente na nossa cultura, modificando radicalmente o nosso jeito de pensar, de agir, nos tornando em robôs e não em pensadores.

Tudo isso ao ver uma bandeira brasileira onde poderia estar escrito:

“ORDEM E PROGRESSO”.

 

Cláudio Amor Martins Leonello

Graduando em Administração de empresas pela Unimonte – SP

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 A significação do Baobá na cultura africana e suas transmutações ideológicas pós-contato europeu.

Vanderleia Barbosa da Costa

Graduanda em Gestão de Turismo

 pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo- Campus Cubatão

O Baobá é uma árvore originária das estepes africanas e regiões semiáridas de Madagascar, seu nome científico é Adansonia digitata; pode atingir até 30 metros de altura por 7 metros de circunferência. É resistente, sobrevivendo por longos períodos de estiagem, devido à sua capacidade de armazenar água, cerca de 120 000 litros e atinge até seis mil anos de idade. Pela magnitude e força, o Baobá é para muitas etnias africanas a árvore da vida.

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Entrevista

Com Eduardo Palmeira Bandeira,

Psicólogo Clínico Pós-graduado pela Univ. da California-USA.
Prof. de Teorias e Técnicas Psicoterápicas e Arteterapia;

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Entrevista

José Sobreira de Barros Júnior

 

Colaboração: Luiz Meirelles

 

1.       Como você vê o papel da filosofia na sociedade do século XXI?

 A filosofia tem um papel essencial, principalmente quando os pensadores vão refletir sobre as relações do homem e a sociedade, como é possível o Eu individual quebrar e apresentar novos paradigmas, novas estruturas sociais, penso a filosofia tendo  um papel fundamental

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Totalidade e ética: questões para se pensar a vida e o encontro humano

Sandro Cozza Sayão

Doutor em Filosofia – PUCRS; Mestre em Filosofia – PUCRS

Mestre em Educação Ambiental – FURG; Professor Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Pernambuco; Professor do Programa de Pós Graduação Mestrado/UFPE; Membro da Comissão de Direitos Humanos Dom Helder Câmara; Membro do Núcleo de Ciência e Cultura de Paz da UFPE

 

Não há dúvida que nosso tempo é singular e porque não dizer frágil. A esperança de um mundo mais digno e ético e a idealização de uma sociedade mais justa baseada no progresso científico, econômico e tecnológico, não mais se sustentam e isso nos leva a um interim,

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Nicolai Hartmann. A metafísica do conhecimento

Luiz Meirelles

Mestre em Filosofia PUCSP

Bel. em Direito Unisantos

Lic em Filosofia Unisantos

Lic em Letras Unisantos

Nicolai Hartmann nasceu em Riga, na Letônia, em 1882, e morreu em Gottingen, na Alemanha, em 1950.

Seus estudos começaram em Marburgo, onde chegou ao doutoramento e a partir de 1922 foi contratado como docente da universidade de mesmo nome. Em 1925, deixou aquela universidade, sucedido por Heidegger, e foi lecionar em Colonia, onde ficou até 1931, quando se mudou para Berlim, também convidado a lecionar na universidade. Somente em 1945 retirou-se de Berlim para Gottingen, onde permaneceu até sua morte, em 1950.

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