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Fábulas e paradigmas

O Casal de Periquitos

Sabe-se que os periquitos só vivem em bando e pares. Pois uma periquita vivia com seu periquito sem exigir-lhe nada aparentemente, apesar de o marido trabalhar muito para dar-lhe tudo. Diante das sucessivas negativas da despretensiosa parceira em receber presentes - "de nada precisava!" dizia ela -, o periquito tentava trabalhar menos. Porém, quando chegava cedo em casa trazendo alguns presentes à amada, esta repetia:

- Querido, não precisava... não quero nada, apenas que você não trabalhe muito! É verdade que precisamos de um poleiro novo, sim, mas não te incomodes...

O periquito trabalhava para conseguir o poleiro, e quando o trazia para casa, muito contente, a periquita respondia como sempre:

- Amor, para que tanto esforço? Não precisamos de nada! Talvez algumas sementes novas, mas descanse meu docinho... é o que quero!

Lá ia o periquito buscar as sementes novas e recebia as mesmas frases ao voltar para casa. Um dia, entrou em confusão mental e foi internado com o uso de camisa de força. A periquita percebeu que nada mais poderia desejar, e não vivendo só por natureza, morreu dois dias depois."

 

Moral da história: mensagens duplas, duplos erros.

Rachel Gazolla

Visite a seção  “Fábulas e histórias” no site www.hypnos.org.br

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A alegoria e o neoplatonismo

Julio Cesar Moreira

Mestrando em Filosofia pela PUC-SP

 

Este artigo é a segunda parte de um estudo e tem por objetivo realizar um levantamento no estudo do tema da interpretação alegórica nas doutrinas da escola Neoplatônica[1]. Ao estudarmos o Neoplatonismo é claramente apreensível o quão fundamental e intrínseco ao pensamento Neoplatônico é o componente da exegese alegórica, porém este tema não tem a devida atenção no meio acadêmico.

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A arte como fator de existência 

Uma análise da obra do artista plástico Neusso Ribeiro

Regina Drumond Moraes

Curso de Filosofia da UFES

Este artigo tem como objetivo explicar e analisar a obra do artista plástico autodidata Neusso Ribeiro.

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Espaço-Poesia

Quinhentos Anos de Quê?


Eram três as caravelas
que chegaram além d`além
mar.

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Charles S. Peirce:
A lógica da investigação e sua semiótica

Luiz Meirelles

Mestre em Filosofia - PUCSP


Charles Sanders Peirce nasceu em Cambridge, no dia 10 de setembro de 1839 e faleceu em Milford, no dia 19 de abril de 1914. Filho de Benjamin Peirce, renomado matemático de Harvard, Peirce se dedicou inicialmente aos estudos da Química, tendo mesmo alcançado o doutoramento também em Harvard. Extremamente ligado às ciências, Peirce foi um dos primeiros pensadores a se preocupar com a linguagem científica. Não estudou apenas Filosofia, mas, também, química, física, astronomia, linguística filologia, história e psicologia.

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Ciência e pós-modernidade

AS DIFICULDADES DO SABER CIENTÍFICO NAS SOCIEDADES PÓS-MODERNAS: CONCEPÇÕES E CRÍTICAS A JEAN-FRANÇOIS LYOTARD

Artur Mazzucco Fabro

Graduando em Ciências Sociais na UFSC

Jean-François Lyotard nasceu em 1924 e é considerado um dos mais brilhantes filósofos da sua geração. O francês fazia parte do grupo “Socialismo e Barbárie”, junto com Cornelius Castoriadis, e foi um ativista da guerra de independência da Argélia (1954-1962).

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